"Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão... Sem querer eles me deram as chaves que abrem essa prisão... Somos quem podemos ser... sonhos que podemos ter."
Verbo e Carne
Reflexões sobre comunicação, artes e publicidade.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Somos quem podemos ser
Me lembrei hoje desta linda música do Engenheiros do Hawaii e de sua letra que fala sobre uma grande verdade, principalmente para mim que já tenho quase 40 anos. Amadurecer é isso aí, constatar que as coisas são como são, que sempre vai haver uma mudança interior a ser feita... O que vale é como escolhemos viver nossa história, como convivemos com os outros e conosco. No final tudo dá certo, apesar do caos aparente.
"Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão... Sem querer eles me deram as chaves que abrem essa prisão... Somos quem podemos ser... sonhos que podemos ter."
"Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão... Sem querer eles me deram as chaves que abrem essa prisão... Somos quem podemos ser... sonhos que podemos ter."
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 6 de maio de 2010
HYPE - The Obama Effect. Trailer do documentário sobre Obama.
Uma boa dica de cinema em tempos de eleição. Nada contra ou a favor do presidente dos EUA, mas precisamos "afiar" nossos ouvidos e treinar melhor nossa visão.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Silêncio e folhas em branco
O texto abaixo foi criado em 21 de abril de 2009 num momento de cansaço, mas ainda vale como reflexão para nossos dias.
Silêncio e folhas em branco. Hoje busquei este dois elementos tão simples e tão raros. Não os encontrei. O barulho vinha da rua, dos vizinhos e a lista de afazeres excedia minha disposição de feriado. Daí pensei: será que somos uma sociedade que foge deles, ou que os afugenta? Talvez as duas coisas. Não sei. O que sei é que precisamos deles, tanto no trabalho quanto nas horas de lazer. São coisas bem simples, capazes de nos encher de conteúdos inesperados e oxigenantes. Será que estamos dispostos a encará-los? Eu estou. E você?
Silêncio e folhas em branco. Hoje busquei este dois elementos tão simples e tão raros. Não os encontrei. O barulho vinha da rua, dos vizinhos e a lista de afazeres excedia minha disposição de feriado. Daí pensei: será que somos uma sociedade que foge deles, ou que os afugenta? Talvez as duas coisas. Não sei. O que sei é que precisamos deles, tanto no trabalho quanto nas horas de lazer. São coisas bem simples, capazes de nos encher de conteúdos inesperados e oxigenantes. Será que estamos dispostos a encará-los? Eu estou. E você?
A imagem em branco e preto
Fotos ou imagens captadas em preto e branco às vezes nos oferecem a doce ilusão de “verdade documentada”, “preto no branco”... Verdade essa que nos é mostrada do jeito que foi possível, no tanto que nos quiseram mostrar e fazer ver. Além disso, aprendi em meus estudos sobre fotografia, que a “verdade” que vejo em uma foto, depende sempre das experiências de mundo que construímos ao longo da vida, ao longo das imagens vistas e histórias ouvidas.
Vemos aquilo que podemos ver, por sermos quem pudemos ser.
Ver uma imagem é revelá-la sob novas lentes, no exato momento em que é vista, expondo-a a um mundo novo de idéias e significados.
Um observador atento precisa saber que ao olhar uma imagem, é preciso levar em conta as intenções do fotógrafo, do fotografado, da agência, dos recursos da câmera, da técnica de impressão, da mídia, do momento em que ela é vista, da data de captação, etc. Isto muda a experiência de quem vê, mas não nos poupa de sermos influenciados, de influenciarmos a história e conseqüentemente as imagens que nos rodeiam. Somos, portanto criadores que se reinventam toda vez que olhamos nossas criaturas: as imagens.
Todos os dias o processo se renova, imagens nos ajudam a contar nossas histórias, e nós seguimos captando histórias para olhos ávidos por desvendá-las, a seu modo.
Porém vale lembrar: a imagem é revelada pelos olhos de quem vê, em toda cor, em todo tempo, em toda mídia.
Vemos aquilo que podemos ver, por sermos quem pudemos ser.
Ver uma imagem é revelá-la sob novas lentes, no exato momento em que é vista, expondo-a a um mundo novo de idéias e significados.
Um observador atento precisa saber que ao olhar uma imagem, é preciso levar em conta as intenções do fotógrafo, do fotografado, da agência, dos recursos da câmera, da técnica de impressão, da mídia, do momento em que ela é vista, da data de captação, etc. Isto muda a experiência de quem vê, mas não nos poupa de sermos influenciados, de influenciarmos a história e conseqüentemente as imagens que nos rodeiam. Somos, portanto criadores que se reinventam toda vez que olhamos nossas criaturas: as imagens.
Todos os dias o processo se renova, imagens nos ajudam a contar nossas histórias, e nós seguimos captando histórias para olhos ávidos por desvendá-las, a seu modo.
Porém vale lembrar: a imagem é revelada pelos olhos de quem vê, em toda cor, em todo tempo, em toda mídia.
Assinar:
Postagens (Atom)


